ANÁLISE DO BALANÇO
Para entendermos melhor sobre o assunto, o balanço reflete a situação económico financeira da empresa, onde os pontos fortes e fracos são apresentados. O balanço é uma espécie de mapa contabilístico destinado à informação sobre o património num determinado momento. Este é então, um documento que expressa a posição financeira de uma organização (Pacheco, 2012).
Este balanço divide-se em três categorias: ativo, passivo e capital próprio. Existe uma expressão que se deve verificar obrigatoriamente no balanço:
ATIVO = PASSIVO + CAPITAL PRÓPRIO
Para que o balanço esteja correto, é necessário que o valor do ativo seja igual à soma do passivo com o capital próprio.
ATIVO
Em contabilidade, os ativos de uma empresa são designados como os valores na qual indicam os bens e direitos a que a empresa possui. Este pode dividir-se em ativos correntes e ativos não correntes (Contabilidade, 2008).
Ativos não correntes
Ativos não correntes correspondem aos elementos que, tendencialmente, permanecem por longos períodos, ou seja, tem durabilidade superior a um ano. Os ativos não correntes dizem respeito a ativos intangíveis, ativos fixos tangíveis, ativos financeiros (não correntes).
Ativos correntes
Ativos correntes correspondem aos elementos que, tendencialmente, permanecem por curtos períodos de tempo, neste caso não duram mais de um ano. Os ativos correntes dizem respeito aos inventários, às dividas de terceiros e a meios financeiros líquidos.
Nos ativos correntes, no ano de 2016 para 2017 houve um crescimento meramente significativo de 59 400,89€, uma variação de 18% entre esses anos. Este crescimento deve-se maioritariamente ao aumento de 133% na caixa e depósitos bancários, ao aumento dos inventários de 25% e deve-se também ao aumento dos diferimentos de 18%, fora os outros elementos como os clientes e o estado e outros entes públicos que apresentaram uma percentagem negativa, ou seja, nada contribuíram para este crescimento

Capital próprio
O capital próprio define-se sendo a diferença entre tudo aquilo que a empresa possui e deve a terceiros, ou seja, é a diferença entre os ativos e os passivos. O capital próprio representa o valor do património da empresa (Portal Gestão, 2011).
O capital próprio teve um crescimento de 19 431,53€ de 2016 para 2017, uma variação de 10%. Sendo então o capital próprio positivo, podemos concluir que os ativos são superiores aos passivos. Este aumento deve-se ao resultado líquido do período que apresenta uma variação de 270% de 2016 para 2017.

PASSIVO
Em contabilidadeo é o conjunto de obrigações e dívidas feitas para o financiamento da atividade organizacional, considerado na contabilidade das empresas. Aqui espera-se que resulte um exfluxo de recursos da entidade (Contabilidade, 2008).
Passivo não correntes
Passivos não corrente correspondem aos elementos que, tendencialmente, permanecem por longos períodos, ou seja, tem durabilidade superior a um ano. Estes dizem respeito a financiamentos obtidos e outras contas a pagar.
Passivo correntes
Passivo corrente correspondem aos elementos que, tendencialmente, permanecem por curtos períodos, neste caso não duram mais de um ano. O passivo corrente diz respeito aos fornecedores, pessoal, sócios\acionistas, estado e outros entes públicos.
O passivo corrente já apresenta um decréscimo de 14 612,05€ de 2016 para 2017. Houve de facto, um grande crescimento no estado e outros entes públicos de 113%, mas houve também elementos que tiveram uma variação negativa e que influenciaram este decréscimo e esses foram os fornecedores com uma variação de -76% de 2016 para 2017 e outros passivos correntes com uma variação de -4% de 2016 para 2017. Isto, significa que a empresa cada vez tem menos despesas a curto prazo.
